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Horário: Segunda a sexta: 8:00h - 19:00h
A endoscopia digestiva alta, também conhecida como esofagogastroduodenoscopia (EGD), avalia o esófago, o estômago e a primeira parte do intestino delgado. É indicada para investigar sintomas como azia persistente, dificuldade em engolir, dor abdominal, náuseas, vómitos ou perda de peso inexplicável — e permite, no mesmo exame, diagnosticar e tratar.
Como é feita uma endoscopia digestiva alta? Durante o exame, o doente é sedado para garantir o seu conforto. Um tubo fino e flexível com uma câmara na ponta, o endoscópio, é introduzido suavemente através da boca e guiado pelo esófago até ao estômago e ao duodeno. A câmara transmite imagens para um monitor, permitindo ao médico examinar em pormenor o revestimento destes órgãos. Se necessário, podem ser colhidas biópsias ou realizados tratamentos — como a remoção de pólipos ou a paragem de hemorragias — durante o mesmo procedimento. O exame demora normalmente 15 a 30 minutos e os doentes podem regressar a casa no mesmo dia. Porque é importante? Proporciona uma visualização detalhada do esófago, do estômago e do duodeno, permitindo identificar alterações que podem não ser detetadas por outros métodos de diagnóstico. A deteção e intervenção precoces ajudam a evitar complicações e a melhorar a saúde digestiva geral, sobretudo em doentes com sintomas inexplicáveis ou com doenças crónicas a necessitar de acompanhamento contínuo.
Como o exame é feito sob sedação, deve prever que alguém o acompanhe e não conduzir nesse dia.
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Exame do esófago, do estômago e do duodeno, para detetar inflamações, úlceras ou anomalias estruturais.
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Análise de sintomas como azia, náuseas ou dificuldade em engolir, cruzada com o historial médico pessoal e familiar.
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Podem ser feitas biópsias para detetar infeções, doença celíaca ou alterações cancerígenas.
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Identificação e resolução de problemas como hemorragias, estenoses ou pólipos durante o próprio procedimento.
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Para doentes com fatores de risco, como a DRGE ou história familiar de doenças gastrointestinais, a endoscopia é uma ferramenta de rastreio valiosa.
Não. O exame é realizado sob sedação, o que garante conforto ao doente durante todo o procedimento.
Sim, recomenda-se que esteja acompanhado no dia do exame, já que a sedação impede a condução nesse dia.
A endoscopia examina o trato digestivo superior (esófago, estômago e duodeno). A colonoscopia examina o intestino grosso (cólon e reto). O seu médico indica qual, ou se ambos, são necessários.
Sempre que tiver sintomas persistentes como azia, dificuldade em engolir, dor abdominal ou perda de peso inexplicável, ou por indicação do seu médico numa consulta de gastrenterologia.
Exame do esófago, do estômago e do duodeno para detetar inflamações, úlceras ou anomalias estruturais.
Análise de problemas como azia, náuseas ou dificuldade em engolir, combinados com o historial médico pessoal e familiar.
Podem ser feitas biopsias para detetar infecções, doença celíaca ou alterações cancerígenas.
Identificação e resolução de problemas como hemorragias, estenoses ou pólipos durante o procedimento.
Para os doentes com factores de risco como a DRGE ou uma história familiar de doenças gastrointestinais, a endoscopia é uma ferramenta de rastreio valiosa.
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