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A ecografia do primeiro trimestre é um dos exames mais importantes dos primeiros meses de gravidez. Realizada entre a 11ª e a 13ª semana, fornece informação essencial sobre o desenvolvimento inicial do bebé e a saúde geral da gravidez — sendo, para muitos pais, a primeira oportunidade de ver o seu filho.
Como é feita a ecografia do primeiro trimestre? A ecografia não é invasiva e é normalmente realizada através de um exame transabdominal. O procedimento é rápido, indolor e completamente seguro tanto para a mãe como para o bebé. Em alguns casos, se for necessária uma visão mais pormenorizada, pode ser realizada uma ecografia transvaginal, embora isto seja pouco frequente nesta fase da gravidez. Porque é importante? Permite uma avaliação precoce e pormenorizada da saúde da mãe e do bebé. A deteção atempada de possíveis alterações melhora os resultados e permite planear, com antecedência, a monitorização adequada de qualquer complicação ao longo da gravidez.
Se tiver dúvidas sobre a idade gestacional exata ou sobre quando marcar este exame, a nossa equipa de ginecologia e obstetrícia pode esclarecer numa consulta de rotina.
Ajuda a identificar problemas de desenvolvimento ou complicações numa fase inicial da gravidez.
Fornece uma estimativa precisa, essencial para o acompanhamento de toda a gravidez.
Proporciona a primeira oportunidade de ver o bebé e ouvir o seu batimento cardíaco.
01
Verifica a viabilidade da gravidez e assegura que o embrião se está a desenvolver dentro do útero.
02
Calcula a data prevista para o parto através das medições do embrião e avalia se o crescimento é adequado para o período de gravidez.
03
Determina se se trata de uma gravidez única ou múltipla.
04
Mede o espaço na parte de trás do pescoço do bebé, um indicador precoce relevante para o rastreio de anomalias cromossómicas, como a síndrome de Down.
05
A partir da 6ª–7ª semana, o batimento cardíaco do bebé pode já ser detetado, confirmando um desenvolvimento saudável.
06
Avalia a placenta e verifica a quantidade de líquido amniótico, garantindo que o ambiente do bebé é adequado ao seu desenvolvimento.
É a janela em que a medição da translucência nucal e a avaliação da morfologia inicial do bebé têm maior fiabilidade clínica, sendo por isso o período recomendado para este exame.
Não. Nesta fase, o desenvolvimento fetal ainda não permite uma determinação fiável do sexo, essa informação é normalmente possível a partir da ecografia do 2º trimestre.
É habitualmente realizada por via transabdominal. A via transvaginal só é usada em casos pontuais, quando é necessária uma imagem mais detalhada.
Não é necessária preparação especial. A nossa equipa esclarece qualquer indicação específica no momento da marcação.
Mede o espaço na parte de trás do pescoço do bebé, que pode ser um indicador precoce de anomalias cromossómicas, como a síndrome de Down.
A partir da 6ª-7ª semana, o batimento cardíaco do bebé pode ser ouvido, confirmando um desenvolvimento saudável.
Avalia a placenta e verifica a quantidade de líquido amniótico para garantir que o ambiente do bebé é adequado ao seu desenvolvimento.
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