Rua Mãe de Água 15 B, 1250-154 Lisboa
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Horário: Segunda a sexta: 8:00h - 19:00h
Há momentos em que podemos sentir que alguma coisa não está bem, mesmo sem conseguirmos explicar exatamente o que se passa. Podem surgir sentimentos de medo, tristeza, insegurança, dificuldades nos relacionamentos ou na forma como lidamos com determinadas situações. Noutros momentos, podemos simplesmente perceber que existem padrões que se repetem e que gostaríamos de compreender melhor. A consulta de Psicologia pode ser um espaço para parar, compreender aquilo que está a acontecer e encontrar novas formas de lidar com as dificuldades, respeitando sempre o ritmo e a individualidade de cada pessoa.
A quem se destinam as consultas? Acompanhamos principalmente adultos que estejam a atravessar dificuldades emocionais, relacionais ou momentos de mudança nas suas vidas. Um espaço para compreender aquilo que está a acontecer Por vezes, procurar ajuda não começa por sabermos exatamente qual é o problema ou aquilo que precisamos de mudar. Começa simplesmente por reconhecermos que alguma coisa merece a nossa atenção. A consulta de Psicologia pretende oferecer um espaço seguro, confidencial e sem julgamento, onde possa falar sobre aquilo que está a viver, compreender-se melhor e construir, ao seu ritmo, novas formas de lidar consigo, com as suas emoções, com as suas relações e com os desafios da sua vida.
Os objetivos do acompanhamento psicológico não são iguais para todas as pessoas. O processo é construído em conjunto e parte da compreensão daquilo que está a acontecer, das dificuldades identificadas e das mudanças que a própria pessoa gostaria de alcançar. Ao longo das consultas, poderemos trabalhar no sentido de:
01
Dar sentido às emoções, pensamentos, comportamentos e situações que estão a causar sofrimento ou dificuldade.
02
Perceber determinadas formas de pensar, sentir, agir ou relacionar-se que podem estar a repetir-se e a contribuir para o mal-estar.
03
Encontrar formas mais ajustadas de lidar com situações difíceis, emoções intensas, pensamentos ou desafios do quotidiano.
04
reconhecer e compreender as próprias necessidades, limites, valores e formas de funcionamento.
05
O objetivo não é criar dependência do acompanhamento psicológico, mas ajudar a pessoa a desenvolver recursos que possa utilizar também fora da consulta e ao longo da sua vida.
Não é necessário esperar até sentir que já não consegue lidar com a situação. Não é preciso chegar ao limite para pedir ajuda.
Não. Muitas pessoas chegam à consulta sem conseguirem identificar exatamente aquilo que se passa. Pode existir apenas uma sensação de mal-estar, ansiedade, tristeza, confusão ou a perceção de que alguma coisa precisa de mudar. Compreender melhor aquilo que está a acontecer também faz parte do processo terapêutico.
Não. A relação terapêutica constrói-se progressivamente ao longo das sessões que se vão realizando e cada pessoa tem o seu próprio ritmo. Não existe obrigação de falar imediatamente sobre assuntos para os quais ainda não se sente preparado.
O acompanhamento psicológico não consiste em dizer à pessoa como deve viver a sua vida ou tomar decisões por ela. O trabalho terapêutico procura ajudá-la a compreender melhor aquilo que está a acontecer, explorar diferentes perspetivas e desenvolver recursos para que possa lidar com as suas dificuldade e decidir de forma mais consciente e autónoma.
A confidencialidade é um princípio fundamental da prática psicológica. A informação partilhada em consulta encontra-se protegida pelo dever de sigilo profissional, dentro dos limites éticos e legais aplicáveis à prática da Psicologia.
Não existe um número de sessões igual para todas as pessoas. A duração do acompanhamento depende de vários fatores, incluindo as dificuldades apresentadas, os objetivos definidos, a evolução do processo e as necessidades individuais. Os objetivos e a evolução poderão ser revistos ao longo do acompanhamento.
Não. A Psicologia não se destina apenas a situações de crise ou à existência de uma perturbação psicológica. Pode procurar acompanhamento quando percebe que algo lhe está a causar sofrimento, quando atravessa uma fase mais difícil ou simplesmente quando sente necessidade de compreender melhor aquilo que está a viver.
Nem sempre a mudança acontece de forma rápida ou linear. Ao longo do acompanhamento, poderá começar a existir uma maior compreensão sobre aquilo que sente, pensa e faz, maior capacidade para reconhecer determinados padrões e, progressivamente, novas formas de lidar com as dificuldades. A evolução e os objetivos do acompanhamento podem e devem ser conversados durante as próprias sessões.
Compreender a história de saúde pessoal e familiar.
Aborda questões ou dúvidas específicas de saúde.
Verifica os sinais vitais e efectua uma avaliação geral do estado de saúde.
Avalia a dieta, o exercício e os níveis de stress.
Cria um plano de acompanhamento e tratamento contínuo da saúde.
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